domingo, 24 de maio de 2026

 Maranhão: quarto estado que mais avançou em infraestrutura


Carlos Brandão

Governador

A cada dia de nosso governo, conseguimos alcançar dados extremamente relevantes para nosso estado.

O Ranking de Competitividade dos Estados do Centro de Liderança Pública (CLP) acaba de atestar que o Maranhão aparece como o quarto estado do Brasil que mais avançou em infraestrutura.

Mas esse resultado só faz sentido quando melhora a vida de quem acorda cedo todos os dias para trabalhar.

Quando muda a realidade do trabalhador que agora consegue voltar mais cedo para casa com estradas melhores. Do pequeno produtor que consegue escoar sua produção com mais segurança, sem perder tempo, dinheiro e mercadoria. Do jovem que passou a enxergar novas possibilidades depois que a internet chegou com qualidade.

Para nosso governo, infraestrutura sempre foi sobre gente. Por isso, é fácil considerarmos que esse avanço é consequência de uma decisão clara de enfrentar problemas históricos e entender que isso significa investimento em desenvolvimento humano, econômico e social.

Quando entregamos uma obra como a MA-372, ligando Mirador a São Domingos do Azeitão, não estamos apenas asfaltando 85 quilômetros de estrada.

Estamos aproximando pessoas, reduzindo distâncias, fortalecendo a economia regional e devolvendo dignidade a milhares de maranhenses que esperaram décadas por essa ligação. E em uma obra de extrema qualidade.

O mesmo acontece com a Ponte sobre o Rio Preguiças, a estrada da Araoca, a Avenida Metropolitana, a Estrada da Raposa, a nova Litorânea, a estrada do Abacaxi – ligando Graça Aranha ao entroncamento de São Domingos do Maranhão -, a recuperação de bases e asfalto novo da MA-014 – de Vitória do Mearim a Pinheiro -, e tantas outras obras que começam a mudar a dinâmica econômica de diferentes regiões do estado.

Nos últimos três anos, conseguimos imprimir uma transformação silenciosa no Maranhão. E talvez seja justamente por isso que ela seja tão forte.

Ela aparece quando novos voos aproximam o estado do restante do Brasil, de outros países e ampliam oportunidades. Quando a fibra óptica chega mais longe. Quando o saneamento avança.

Quando comunidades passam a receber água potável. Quando o Centro Histórico de São Luís recebe o PAC das Cidades Históricas e começa uma ampla revitalização em 22 de seus casarões.

O mais importante é que tudo está conectado. Uma boa estrada movimenta a economia. A economia gera emprego. O emprego fortalece as cidades. Cidades mais fortes melhoram a vida das pessoas.

E pessoas com mais oportunidades ajudam a construir um estado mais justo, mais competitivo e mais preparado para o futuro.

Talvez uma das principais marcas da nossa gestão seja exatamente essa compreensão de que desenvolvimento não pode existir apenas nos números ou nos discursos. Ele precisa ser percebido na vida real. Precisa chegar na ponta.

Claro que os desafios continuam existindo. Muitos deles ainda são enormes. E como um governo responsável, não ignoramos essa realidade.

Mas existe uma diferença importante entre conviver com dificuldades e decidir enfrentá-las de forma planejada. Afinal, não estamos apenas construindo estradas, pontes, novas unidades de saúde, escolas.

Estamos construindo novos caminhos, reduzindo desigualdades e aproximando realidades que antes pareciam distantes demais umas das outras.

Estamos construindo um Maranhão muito mais preparado para o futuro.

 Econométrica/O Imparcial aponta empate técnico entre Braide e Orleans na disputa pelo governo

A primeira pesquisa Econométrica/O imparcial realizado no período de 11 a 14 de maio, mostra um cenário de empate técnico entre o emedebista e Eduardo Braide.

No cenário estimulado, Orleans Brandão aparece com 39,1% das intenções de voto, e Braide 39,6%, diferença mínima dentro da margem da pesquisa. Em terceiro lugar surge Lahesio Bonfim, com 8,6%, seguido de Felipe Camarão, com 4,6%. Os que declararam voto nulo somam 1,7%, enquanto 6,3% disseram não saber ou preferiram não responder.

Na pesquisa espontânea, o cenário também aponta disputa equilibrada. Orleans registra 29,7%, contra 32,5% de Eduardo Braide, consolidando o crescimento do emedebista nos últimos meses. Lahesio Bonfim aparece com 4,9% e Felipe Camarão com 2,9%. Já os indecisos ainda representam parcela significativa do eleitorado: 28,9%.

A pesquisa também mediu a corrida para o Senado. Roseana Sarney lidera com 15,3%, seguida pelo senador Weverton Rocha, que soma 11,8%. Depois aparecem Roberto Rocha (11,0%), André Futuca (9,6%), Duarte Jr (8,8%), Eliziane Gama (7,8%), Pedro Lucas Fernandes (5,1%), Simplício Araújo (2,3%) e Hilton Gonçalo (2,0%).

A pesquisa Econométrica ouviu 1.607 eleitores entre os dias 11 e 14 de maio de 2026, com intervalo de confiança de 95%. (O IMPARCIAL)

 Braide, Orleans, Camarão e Bonfim fecham a semana intensificando suas pré-campanhas 

Os quatro pré-candidatos ao Palácio dos Leões não param. Eduardo Braide (PSD), Orleans Brandão (MDB), Felipe Camarão (PT) e Lahesio Bonfim (Novo) fecharam suas semanas intensificando suas pré-campanhas, demonstrando que estão determinados a seguirem em frente.

Na sua intensa incursão pelos municípios, onde trabalha para formar uma base política e se apresentar como pré-candidato, Eduardo Braide fechou a semana em Paulino Neves, na grande Região dos Lençóis. Ali, apoiado por políticos de oposição, reuniu uma multidão num comício de pré-campanha, que mostrou entusiasmo com sua fala.

Orleans Brandão deu prosseguimento à sua investida em São Luís, onde tenta reduzir o poder de fogo do ex-prefeito: postou um vídeo em que aparece fazendo uma espécie de inspeção nas obras de prolongamento da Avenida Litorânea, fazendo questão de agradecer ao presidente Lula da Silva (PT). Ele garantiu que os sete quilômetros serão inaugurados em poucos meses. Ele esteve também no São Cristóvão.

Felipe Camarão levou o seu projeto “Diálogos pelo Maranhão”. Ali ele se reuniu com lideranças do PT e líderes comunitários aos quais falou sobre pontos do seu programa de Governo. E fez questão de lembrar do trabalho no que realizou no município e na região quando secretário de Educação do Governo Flávio Dino. Mostrou ainda imagens de aliados e simpatizantes caxienses adesivando veículos.

Lahesio Bonfim (Novo) terminou a semana postando um vídeo em que critica o governador Carlos Brandão em relação ao caso do empréstimo suspenso, liminarmente pela Justiça. O pré-candidato do Novo continua sem agenda, e dá sinais de que sentiu o impacto da entrada de Felipe Camarão no quadro de pré-candidatos ao Governo.

Repórter Tempo

 Gentil Neto garante mais investimentos para fortalecer a zona rural de Caxias

A entrega da retroescavadeira aconteceu em São Luís e representa mais uma conquista fruto do diálogo constante entre a Prefeitura de Caxias e o Governo do Estado 

O município de Caxias segue avançando e recebendo importantes investimentos graças à forte articulação política e administrativa do prefeito Gentil Neto. Desta vez, o município foi contemplado com uma retroescavadeira por meio do programa Maranhão Sustentável, equipamento que chega para reforçar os serviços de infraestrutura, especialmente nas comunidades da zona rural.

A entrega aconteceu em São Luís e representa mais uma conquista fruto do diálogo constante entre a Prefeitura de Caxias e o Governo do Estado. O novo equipamento deverá auxiliar na recuperação de estradas vicinais, abertura de acessos, apoio à agricultura familiar e melhorias em diversas regiões do município.

Nas redes sociais, Gentil Neto destacou a importância da conquista para a população caxiense. Segundo ele, o objetivo da gestão é continuar buscando benefícios que impactem diretamente a vida das pessoas, principalmente daqueles que mais precisam de atenção do poder público.

A chegada da retroescavadeira mostra o compromisso da atual gestão com o desenvolvimento da zona rural, setor que vem recebendo atenção especial da Prefeitura através de ações de infraestrutura, apoio ao homem do campo e fortalecimento da produção rural.

Nos últimos meses, Caxias vem acumulando investimentos importantes em áreas como educação, saúde, infraestrutura e desenvolvimento econômico, consolidando o município como uma das cidades que mais avançam no estado.

Com mais esse benefício, a gestão municipal demonstra que segue trabalhando de forma firme para garantir melhorias concretas para a população, levando desenvolvimento tanto para a zona urbana quanto para as comunidades rurais de Caxias.

sábado, 23 de maio de 2026

 "Vamos ver quem é quem", diz Lula sobre redução da jornada de trabalho

  Agência Brasil

Tânia Rêgo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta sexta-feira (22), em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, a possibilidade de período de transição para a adoção da redução da jornada de trabalho, de 44 horas para 40 horas semanais, e o fim da escala 6×1, aquela em que o empregado trabalha seis dias por apenas um de descanso.

“Nós defendemos que a redução seja de uma vez, de 44 horas para 40 horas. E fim de papo, sem reduzir salário. Obviamente que nós não temos força para aprovar tudo o que a gente quer, então temos que negociar”, afirmou o presidente.

Segundo ele, haverá uma reunião no início da semana com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para analisar o cenário de votação.

A comissão especial que analisa a proposta de emenda à Constituição (PEC) na Câmara adiou, para próxima segunda-feira (25), a apresentação do parecer do relator, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA).

A votação no colegiado está prevista para quarta-feira (27), com análise do plenário até o fim da semana. Além de reduzir a escala, a proposta acaba com a escala 6×1, instituindo no máximo a escala 5×2, com pelo menos dois dias de descanso semanal remunerado.

Para Lula, o texto precisa ser votado e quem for contra tem que ter a coragem de se posicionar.

“Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer, meia hora por ano, uma hora por ano, aí é brincar de fazer redução. Está aí o projeto de lei, vota contra quem quiser, mas vamos mostrar para o povo quem é quem nesse país. O dado concreto é que será um benefício para a saúde, para a educação”, destacou o presidente.

Na entrevista, Lula afirmou que governo está empenhado em garantir o controle de preços dos combustíveis no país e defendeu que a fiscalização do poder público seja rigorosa contra reajustes abusivos.

O presidente ainda fez um apelo para que o Senado vote logo a PEC da Segurança Pública e prometeu vetar o projeto de lei que permite o envio de mensagens em massa durante as eleições.

 Lahesio ratifica pré-candidatura após comentário sobre desistência feito por aliado de Braide

O médico Lahesio Bonfim, pré-candidato ao Governo do Maranhão pelo Novo, reagiu a declaração recente feita pelo vereador Ricardo Seidel (PSD), de Imperatriz, sinalizando para uma possível desistência por parte do ex-prefeito de São Pedro dos Crentes.

Em conversa com a jornalista Keith Almeida, Lahesio afirmou que seguirá na disputa e criticou o aliado do ex-prefeito Eduardo Braide (PSD), também pré-candidato.

O pré-candidato do Novo também criticou a postura política de Braide, alegando que o mesmo estaria aguardando apoios espontâneos em vez de buscar diálogo para consolidar alianças políticas.

 Governo anuncia subsídio de R$ 0,44 por litro na gasolina

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (22) uma subvenção de R$ 0,44 por litro para a gasolina, com o objetivo de reduzir os impactos da alta internacional do petróleo causada pela guerra no Irã. O anúncio foi feito pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

Segundo o ministro, o valor corresponde a cerca de metade dos tributos federais cobrados sobre o combustível. A medida ainda será apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na próxima segunda-feira (25).

O governo estima custo de R$ 1,2 bilhão por mês com o benefício, que terá duração inicial de dois meses. A subvenção será implementada pelo Ministério da Fazenda após aprovação presidencial.

Moretti afirmou que a equipe econômica optou por um valor menor por cautela fiscal. Inicialmente, o governo estudava um subsídio de até R$ 0,89 por litro.

A alta do petróleo provocada pelo conflito no Oriente Médio elevou os preços dos combustíveis no mercado internacional, pressionando também os valores no Brasil.